João da Luz informa que vai encaminhar moção à Equatorial para liberação de projetos de energia solar


Parlamentar quer entregar moção em mãos à presidência da Equatorial (Foto: Allyne Laís)

A demora na aprovação de projetos de geração distribuída por parte da concessionária de energia em Goiás, a Equatorial, motivou o vereador João da Luz (Cidadania) a elaborar uma moção de apelo, assinada também por outros vereadores, para pedir a agilização dos processos. A informação foi dada em discurso na tribuna da Câmara na sessão ordinária desta quinta-feira (16.abr).

“Sou um dos incentivadores da energia fotovoltaica, através do sol, que está aí para todos e temos que ter governantes que incentivem esse modelo”, defendeu. O vereador disse ter procurado por muitas pessoas que “colocaram o sistema em suas residências, e já estão esperando seis a sete meses a aprovação do projeto”.

Segundo ele, essas pessoas fizeram grandes investimentos para gerar energia e “consequentemente poder economizar, mas agora estão pagando duas contas”. O parlamentar informou que vai propor à Comissão de Defesa do Consumidor da Casa que a moção seja entregue “em mãos”, em uma comitiva, à presidência da Equatorial.

Outro assunto tratado pelo parlamentar foi a devolutiva de uma moção de apelo de autoria dele, pedindo reforço na segurança interna de escolas. João da Luz disse ter sido informado que “as escolas e suas imediações já contam com o apoio da segurança, e com resultados positivos na prevenção de crimes”. Ele agradeceu a devolutiva, mas considerou essa resposta insatisfatória.

Outra devolutiva foi a informação de um processo de licitação para contratação de videomonitoramento por câmeras para atendimento a escolas da rede estadual, com prioridade onde o bolsão de criminalidade é maior. “Essa é uma resposta que é um avanço. As câmeras podem melhorar, vamos aguardar a execução desses serviços, mas o nosso pleito é melhorar também a segurança interna”.

O vereador disse pleitear a presença de um guarda ou segurança para “moralizar o ambiente”. “Estamos vendo ocorrências dentro das unidades escolares. Como acontece nas escolas militares, com a presença de militares dentro das unidades, hoje a ocorrência é zero”.