Wederson diz que crise no Huana não pode ser politizada: “temos que convergir para uma solução”

por Marcos Vieira publicado 26/03/2019 13h45, última modificação 26/03/2019 13h46
Wederson diz que crise no Huana não pode ser politizada: “temos que convergir para uma solução”

Wederson Lopes diz que crise no Huana não pode ser politizada: “temos que convergir para uma solução” (Foto: Ismael Vieira)

O vereador Wederson Lopes (PSC) ressaltou em discurso na tribuna, nesta terça-feira (26.mar), que não é hora de politizar a crise vivida pelo Hospital Estadual de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Huana), e nem transformar o caso em um jogo de empurra-empurra entre autoridades.

A Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa), mantenedora do Huana, tem alegado que teve que desativar 22 leitos porque o governo estadual não está fazendo repasses financeiros de forma regular. Os valores chegam a R$ 14 milhões.

A redução de leitos no Huana acabou superlotando outras unidades públicas da rede de urgência e emergência de Anápolis, como o Hospital Municipal Jamel Cecílio e a UPA do Jardim Esperança.

“Essa discussão é séria. Temos visto o empenho do prefeito [Roberto Naves] e do secretário municipal de Saúde [Lucas Leite] para acabar com as demandas. Portanto, não podemos deixar que essa questão se politize. Não podemos permitir isso em Anápolis”, discursou Wederson.

Nesse sentido, o líder do prefeito na Câmara ressaltou ser de suma importância a reunião agendada para quinta-feira (28.mar), com o secretário estadual Ismael Alexandrino Júnior.

O vereador comentou também que todos estão se movimentando, o que é muito importante. “A Saúde está tomando rumo, e isso pode ser bom, todos sentarmos à mesa e buscar soluções”, completou Wederson.

Segundo ele, há sim luz no fim do túnel. “É uma demanda complexa, mas não impossível de resolver”. Wederson disse que o prefeito é bom no relacionamento interpessoal, tem diálogo com o secretário estadual e com o governador Ronaldo Caiado (DEM), portanto ele acredita que é possível se convergir para uma solução. “Com isso, quem ganha é a população”, concluiu.

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