Vereadora Thaís Souza justifica saída do PSL e fala sobre sua chegada ao Progressistas

por Fernanda Morais publicado 07/04/2020 10h55, última modificação 07/04/2020 11h24
Vereadora Thaís Souza justifica saída do PSL e fala sobre sua chegada ao Progressistas

Vereadora Thaís Souza justifica saída do PLS e fala sobre sua chegada ao Progressistas (Foto: Ismael Vieira)

A vereadora Thaís Souza (PP), usou a tribuna do plenário durante a sessão ordinária desta terça-feira (7.abr), para falar sobre sua saída do PSL e filiação ao Progressistas.

Thaís relembrou que foi eleita pelo PSL em 2016 com 1.907 votos e agradeceu a confiança dos seus eleitores e de toda população anapolina.

Na sequência ela justificou que sua saída do partido do presidente Jair Bolsonaro se deu por conta dos “rumos obscuros”, que os dirigentes da legenda seguiram, a nível nacional, estadual e municipal.

Em Goiás, ela criticou a postura do presidente do PSL, deputado federal delegado Waldir. Ela relatou que o parlamentar teve mais de 19 mil votos em Anápolis e não reconheceu a importância do anapolino para sua eleição.

“Me lembro que o convidei várias vezes para vir conversar com o prefeito Roberto Naves, para estreitar os laços com a gestão municipal. Depois de muito custo consegui trazê-lo para uma reunião. No dia o prefeito teve um imprevisto e se atrasou, e o deputado toda hora dizia que ia embora. Ora, ele veio a Anápolis como se estivesse me fazendo um favor. Não é isso que esperava. Ele deveria ser grato ao povo anapolino pelos votos que recebeu”, contou.

A vereadora destacou que o major Vitor Hugo (PSL) agiu diferente e se posicionou a favor da cidade. “O major levou um quarto dos votos que o delegado Waldir conquistou aqui. Mesmo assim ele nos recebeu em Brasília para tratar do fechamento da Delegacia da Receita Federal da nossa cidade. A ele sou grata e o vejo como um amigo, um parlamentar que Anápolis pode contar”, destacou.

Thaís também falou sobre como passou a ver a direção do PSL em Anápolis. “A maior parte do tempo que estive no PSL local o partido teve a frente uma direção caótica do empresário Édson Tavares. Ele tem o ego maior que qualquer outra capacidade. Eu pensei várias vezes que estava de frente ao professor de Deus. Nunca estava errado e destilava ódio e veneno, sempre”, lamentou.

A vereadora frisou que Édson Tavares chegou a criticar os investimentos que o prefeito Roberto Naves estava fazendo na saúde para o combate a pandemia do coronavírus.

“Vida não tem valor. E todo investimento em saúde e educação, é pouco. O presidente do PSL também fez duras críticas e por várias vezes tentou humilhar a mim e ao meu amigo, vereador Japão”, posicionou.

Quanto a sua chegada ao PP, Thaís Souza disse que espera fazer grandes amigos e trabalhar com pessoas que pensam no bem da cidade em primeiro lugar. “Confio na coerência do nosso presidente regional, Alexandre Baldy, ele destinou emendas para que o meu projeto do castramóvel se tornasse realidade em Anápolis”, comentou.

Thaís garantiu ainda que, ao lado dos colegas vereadores que se filiaram ao Progressistas, pretende continuar sua atuação voltada para o desenvolvimento da cidade em todos os seus setores. “Juntos com o prefeito Roberto Naves que tem mostrado competência em administrar o município, dos colegas Leandro Ribeiro, presidente da Câmara, do Américo, do Japão e do Feitosa, vamos seguir em frente”, concluiu.

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