Thaís Souza classifica política ambiental do governo federal como “agenda de retrocesso”

por Marcos Vieira publicado 14/05/2019 15h29, última modificação 14/05/2019 15h29
Thaís Souza classifica política ambiental do governo federal como “agenda de retrocesso”

Thaís Souza classifica política ambiental do governo federal como “agenda de retrocesso” (Foto: Ismael Vieira)

A vereadora Thaís Souza (PSL) fez críticas à política ambiental do governo Jair Bolsonaro, em discurso na tribuna nesta terça-feira (14.mai), classificando as medidas tomadas nesses primeiros meses como uma “agenda de retrocesso”.

Ela citou a demissão de superintendentes do Ibama nos estados, com a nomeação no posto de militares da reserva. “É uma pasta técnica, não pode colocar pessoas que não tenham conhecimento do assunto para comandá-la”, ressaltou a vereadora.

Thaís fez uma defesa da Amazônia, lembrando que a floresta não pode ser vista como fonte de renda e que o rumo tomado pelo governo federal deixa o bioma desprotegido, caindo por terra as conquistas dos últimos anos e trazendo prejuízos incalculáveis para o ecossistema.

Segundo a vereadora, artigo do Greenpeace traz informações essenciais para se entender a importância da natureza para a população. Ela citou, por exemplo, que uma árvore grande produz 300 litros de água por dia, que retorna à atmosfera, contribuindo para o ciclo das chuvas.

“Infelizmente o governo federal em três meses já autorizou 152 novos agrotóxicos no país, um recorde nos últimos dez anos”, frisou Thaís Souza.

A vereadora destacou ainda o trabalho sério realizado por ONGs como o Greenpeace, com produção de dados reais, e disse que a defesa da Amazônia não tem ideologia partidária, seja de esquerda ou de direita.

“Mesmo fazendo parte do PSL, do presidente Jair Bolsonaro, não poderia deixar de trazer aqui essa questão ambiental”, disse Thaís Souza.

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