Pastor Elias cobra do governador transformação do Colégio Onofre Quinan em unidade militar

por Marcos Vieira publicado 13/02/2019 12h58, última modificação 13/02/2019 12h58
Pastor Elias cobra do governador transformação do Colégio Onofre Quinan em unidade militar

Pastor Elias cobra do governador transformação do Colégio Onofre Quinan em unidade militar (Crédito: Geraldo Fleury)

Moção de Apelo apresentada pelo vereador Pastor Elias Ferreira (PSDB), nesta quarta-feira (13.fev), solicita atenção do governador Ronaldo Caiado para a implantação da quarta unidade de ensino militar em Anápolis, no Colégio Estadual Onofre Quinan, no Bairro de Lourdes.

A propositura, aprovada em plenário, também é direcionada ao comandante de Ensino da Polícia Militar em Goiás, tenente-coronel Mauro Ferreira Vilela.

Em discurso na tribuna, Pastor Elias lembrou que a lei 1423/2018 transforma o Colégio Onofre Quinan em unidade militar, portanto é preciso que o processo dê prosseguimento, atendendo ao desejo da comunidade local.

“A região leste precisa ser contemplada. Temos mais de mil alunos matriculados naquele colégio e os pais estão ansiosos para saber quando e como ele será transformado em unidade militar”, disse o vereador.

Na justificativa da Moção de Apelo, Pastor Elias diz que além da localização estratégica, o Colégio Onofre Quinan oferece estrutura adequada para receber a nova unidade.

“As famílias aguardam com grande expectativa a consolidação daquilo que a maioria classifica como a realização de um sonho”, frisa Pastor Elias.

Projeto
Pastor Elias Ferreira também falou na tribuna sobre projeto de lei de sua autoria, que será protocolado na próxima semana na Câmara, obrigando a fixação de placas ou cartazes em locais visíveis e de fácil acesso nas repartições públicas, instituindo em Anápolis o Selo de Desburocratização e Simplificação Municipal.

Com isso, em determinação a lei federal, os cidadãos não vão precisar reconhecer firma ou autenticar cópias em cartório em órgãos públicos de Anápolis, entre outras ações que desburocratizam o processo.

“Temos um desafio muito grande em quebrar costumes, onde a morosidade e a ineficiência privavam os cidadãos de estar de posse de seus bens e direitos juridicamente tutelados”, justifica Pastor Elias na sua propositura.

Ele fala ainda que a medida ocasionará a redução de gastos aos munícipes, eliminando as exigências para a atividade administrativa, “modernizando a administração pública, adotando o princípio da predominância do interesse público e da eficiência”.