Lisieux José Borges diz que PT acertou ao escolher nome da Professora Geli para eleições 2020

por Fernanda Morais publicado 30/06/2020 12h07, última modificação 30/06/2020 12h07
Lisieux José Borges diz que PT acertou ao escolher nome da Professora Geli para eleições 2020

Lisieux José Borges diz que PT acertou ao escolher nome da Professora Geli para eleições 2020 (Foto: Ismael Vieira)

O vereador Lisieux José Borges (PT) disse na tribuna do plenário durante a sessão ordinária desta terça-feira (30.jun), que o PT teve uma mudança em seu projeto político eleitoral 2020 com a necessidade da saída do deputado Antônio Gomide da disputa local.

"Por outro lado acertou na escolha da colega, vereadora professora Geli Sanches para disputar a majoritária pelo partido em Anápolis".

Lisieux reforçou que a escolha da professora contou com apoio de todos os vereadores do PT, com diretório da sigla e toda sua militância. "Foi uma decisão colegiada. A Geli tem maturidade experiência e sucesso em toda sua jornada de trabalho. Por onde ela passou deixou bons frutos e está preparada para a campanha", disse.

O vereador pontuou que Gomide participará do processo oferecendo seu apoio irrestrito a professora. "Estaremos todos juntos nessa campanha, parabéns vereadora pela coragem de estar a frente desse projeto", continuou.

Lisieux também disse que conversou com o procurador geral do Município, Carlos Leão sobre a questão de uma demanda importante da Associação dos Deficientes de Anápolis (ADA) no quesito uso do transporte coletivo.Segundo o vereador, no mês de julho é encerrado o prazo para reajuste da tarifa do transporte público e algumas condições devem ser observadas para atender os portadores de deficiência que utilizam o serviço.

"Tenho duas indicações e gostaria que os colegas aprovassem o documento comigo", pediu.

Um dos pedidos trata sobre a questão da gratuidade da tarifa das pessoas que acompanham os deficientes, sejam visuais ou que necessitam desse suporte. Segundo Lisieux, esses acompanhantes precisam ser registrados, mas as vezes quem está registrado não pode estar com os deficientes.

"A sugestão é que esse acompanhante seja livre independente de ser cadastrado ou não", explicou.

Outra situação levantada pelo vereador do PT é em relação aos 25% do salário mínimo que os deficientes recebem. Muitas vezes, segundo o vereador, esse valor e usado para custear o acompanhante. Então essas pessoas acabam perdendo o direito de ter a gratuidade do transporte por conta desses 25% de benefício.

"São muitas demandas em relação ao transporte público, tem a questão do passe livre, do ICMS do combustível que o governo ofereceu para empresas do transporte público, mas depois revogou a iniciativa através de decreto. Então todas essas questões interferem na questão do transporte coletivo e na definição da tarifa. Portanto, essa Casa tem que levantar e participar dessas discussões pensando sempre no usuário que é quem faz o custeio desse serviço", concluiu.