Lisieux Borges diz que Anápolis precisa de “voz forte” para resolver entraves do setor produtivo

por Marcos Vieira publicado 17/04/2019 08h01, última modificação 17/04/2019 08h01
Lisieux Borges diz que Anápolis precisa de “voz forte” para resolver entraves do setor produtivo

Lisieux Borges diz que Anápolis precisa de “voz forte” para resolver entraves do setor produtivo (Foto: Ismael Vieira)

O vereador Lisieux José Borges (PT) repercutiu na tribuna, nesta terça-feira (16.abr), a presença do presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, em sessão ordinária da Câmara Municipal de Anápolis na semana passada.

“Ele falou muito bonito, encantou com aquilo que estamos cansados de saber, mas é bom que a Fieg esteja participando dessas questões, sobretudo em relação ao Daia [Distrito Agroindustrial de Anápolis]”, discursou Lisieux.

Ao fazer uma analogia ao Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril, o vereador disse que Anápolis precisa ter “voz forte, de gente que tenha autonomia e que chegue no governador” para fazer as devidas cobranças que possam resultar em avanços para o setor produtivo local.

Lisieux citou demandas antigas e urgentes: utilização da Plataforma Logística Multimodal, que está pronta há vários anos; retomada de áreas desocupadas no Daia para empresas que realmente querem vir para a cidade; funcionamento do centro de convenções; e conclusão do anel viário do distrito agroindustrial.

Outra necessidade da cidade, afirmou o vereador, diz respeito aos incentivos fiscais, uma cobrança feita pelos vereadores durante visita do governador Ronaldo Caiado (DEM) à cidade.

“O governador tem uma visão um pouco antagônica [dos anapolinos]. Ele se recusou a se pronunciar sobre o tema, ou seja, a voz não veio ao encontro dos anseios do município”, comentou Lisieux Borges.

O vereador também falou sobre as deficiências da Enel em Anápolis, pois o déficit de energia elétrica é um dos principais entraves para a vinda de novas empresas para a cidade. Lisieux citou que Mabel chegou a defender a Enel, embora a empresa que comprou a Celg – já em situação falimentar – não tenha proporcionado melhorias ao setor.