João da Luz reafirma que seguirá lutando para reduzir valor da passagem de ônibus em Anápolis

por Marcos Vieira publicado 03/09/2018 11h05, última modificação 04/09/2018 09h09
João da Luz reafirma que seguirá lutando para reduzir valor da passagem de ônibus em Anápolis

João da Luz disse ainda que aumento de 15% na passagem foi razoável (Crédito foto: Ismael Vieira)

O vereador João da Luz (PHS) reafirmou, na sessão de segunda-feira (3.set), que seguirá lutando pela redução da passagem de ônibus no transporte coletivo de Anápolis. Em discurso na tribuna, ele considerou razoável o aumento de 15% na passagem de ônibus em Anápolis, em comparação ao que buscava a empresa, que era 25% de majoração, mas disse que há mecanismos, como subsídios estaduais, que podem baixar o valor da tarifa.

“Quero parabenizar o prefeito Roberto Naves e o diretor da CMTT, Fernando Cunha, pela coerência, que garantiram um valor abaixo dos R$ 4 desejados pela concessionária”, disse João da Luz. Com o aumento, a tarifa de ônibus passará de R$ 3,20 para R$ 3,70, mas o vereador acredita que esse valor pode ser menor, sem, contudo, inviabilizar a concessionária do transporte coletivo.

João da Luz defendeu que é preciso que o governo estadual dê subsídios à empresa de transporte coletivo de Anápolis, semelhante ao que já ocorre em Goiânia, possibilitando uma redução nos valores repassados ao trabalhador.

João da Luz é o autor de moção enviada ao governador José Eliton, aprovada em plenário em agosto, que pede isenção do ICMS do diesel utilizado pela Urban e também aumento na contrapartida dada ao Passe Livre Estudantil – na capital o Estado paga R$ 4, enquanto em Anápolis o valor repassado é de R$ 1,60.

O vereador fez requerimento à Urban, questionando o impacto que essas medidas teriam na passagem de ônibus na cidade. “Queremos saber se com esses subsídios, com esse tratamento igualitário por parte do governo, haverá redução na passagem para o trabalhador, que é o que desejamos”, explicou.

João defendeu essa movimentação porque segundo ele os aumentos no Brasil são maiores que aqueles dados aos trabalhadores. Ele citou o caso da energia elétrica, que subirá 12,5% para as residências e 25% para as indústrias, enquanto o salário mínimo não passou de 4% de reajuste. “As contas não fecham. O trabalhador tem sua renda dilapidada. Porque quando é a favor do trabalhador o índice é mínimo, quando é para o restante, essa majoração é maior”.

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