Jean Carlos propõe leis para coibir contaminação hospitalar e que cria vale medicamento

por Marcos Vieira publicado 13/05/2019 11h37, última modificação 13/05/2019 11h37
Jean Carlos propõe leis para coibir contaminação hospitalar e que cria vale medicamento

Jean Carlos propõe leis para coibir contaminação hospitalar e que cria vale medicamento (Foto: Ismael Vieira)

O vereador Jean Carlos (PTB) fez apresentação na tribuna, nesta segunda-feira (13.mai), de dois projetos de lei de sua autoria que passam a tramitar nas comissões: um que proíbe o uso e transporte inadequado por profissionais da área de saúde de equipamentos de proteção individual fora do ambiente de trabalho; e outro que dispõe sobre o fornecimento de vale medicamento para aqueles que estão em falta temporariamente na rede municipal de Anápolis.

Segundo Jean Carlos, os grandes hospitais já possuem essa normativa, mas é importante estabelecê-la em lei, que caso aprovada proibirá a circulação fora desses ambientes de trajes de trabalho, completos ou peças, como jalecos, aventais, capotes e similares.

O artigo 2º do projeto de lei diz o seguinte:“os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, em funcionamento no município deverão implementar mecanismos de controle permanente e deverão fornecer local adequado para a substituição de equipamentos e vestimentas limpas e deposição das usadas”.

Jean lembrou que há pesquisas que mostram que as vestimentas utilizadas em hospitais indicam contaminação por micro-organismos, portanto a importância de evitar a circulação com ele em outros locais.

Já sobre o vale medicamento, o vereador explicou que a ideia é que a Prefeitura de Anápolis credencie farmácias e laboratórios para uma eventual aquisição imediata de medicamentos que estejam em falta na rede pública, em casos específicos.

“O que se busca é a criação de uma alternativa para amenizar os transtornos dos pacientes que utilizam remédios fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde, mas que estejam com o fornecimento temporariamente suspenso”, ressaltou Jean Carlos.

Segundo ele, a medida gerará economia para a administração, pois evitará os processos judiciais, que geram impactos maiores a partir de mandados determinando a compra imediata do produto em falta.