Elinner Rosa traz dados do ‘Zap da Saúde’ e fala sobre atendimento de pacientes oncológicos

por Marcos Vieira publicado 19/08/2019 15h04, última modificação 19/08/2019 15h04
Elinner Rosa traz dados do ‘Zap da Saúde’ e fala sobre atendimento de pacientes oncológicos

Vereadora Elinner Rosa (Foto: Ismael Vieira)

A vereadora Elinner Rosa (MDB) repercutiu na tribuna, nesta segunda-feira (19.ago), reunião da Comissão de Saúde, Saneamento e Assistência Social com o diretor municipal de Regulação, Danianne Marinho, para tratar do Zap da Saúde, ferramenta da Prefeitura de Anápolis para agendamento de consultas lançado em 22 de julho.

Presidente da comissão, Elinner disse que o encontro foi solicitado para tirar algumas dúvidas sobre o serviço, que segundo ela tem apresentado resultados positivos para a população. “É importante ressaltar que é uma ferramenta a mais para que as pessoas façam contato com o poder público”, comentou.

Elinner ressaltou que o sistema funciona da seguinte forma: através de um link que está no portal da Prefeitura de Anápolis, o cidadão é inserido em um grupo de Whatsapp, onde faz a solicitação. “Depois disso, uma das 25 pessoas que trabalham no projeto entra em contato no privado com essa pessoa, para atender a demanda”, completou.

A vereadora apresentou número de consultas e exames agendados pelo Zap da Saúde. Foram 600 mamografias, 3 mil exames laboratoriais, 200 tomografias, 200 ressonâncias magnéticas, 500 consultas oftalmológicas, 200 consultas com dermatologista, 800 consultas com ortopedistas, 1 mil consultas com ginecologistas, 350 com cardiologistas, 1 mil ultrassonografias e 800 consultas com pediatras.

Elinner disse que também conversou com o diretor Marinho sobre a regulação de pacientes oncológicos. Segundo ela, desde 1º de janeiro deste ano houve mudanças, mas ficou decidido que pacientes que estavam sendo atendidos com quimioterapia no Ambulatório Mauá Cavalcante prosseguem esse tratamento.

“Mas quem trata lá sem regulação, entrou de maneira ilegal no sistema, deverá ser encaminhado para uma Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade), que é a Santa Casa ou o Hospital Evangélico Goiano. O certo é que esse paciente nunca deixará de ser atendido”, frisou Elinner.

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