Apae Anápolis é homenageada pelo tricampeonato do prêmio 100 melhores ONGs do Brasil

por Marcos Vieira publicado 06/12/2019 16h19, última modificação 06/12/2019 16h19
Apae Anápolis é homenageada pelo tricampeonato do prêmio 100 melhores ONGs do Brasil

Alunos e dirigentes da Apae Anápolis com vereadores, na sessão solene (Foto: Ismael Vieira)

A Apae Anápolis recebeu Moção de Aplauso da Câmara Municipal, em sessão solene na manhã desta sexta-feira (6.dez), através de uma propositura do vereador Lélio Alvarenga (PSC).

O reconhecimento do Poder Legislativo se deve à terceira vez consecutiva que a entidade é escolhida uma das 100 melhores ONGs do Brasil, uma iniciativa do Instituto Doar, a agência O Mundo que Queremos e a Rede Filantropia.

O ‘tricampeonato’ foi saudado por Lélio como algo que orgulha a todos os anapolinos. Funcionário da entidade por mais de duas décadas, o vereador disse que será apaeano “enquanto o coração bater”. “É uma entidade que nos enche de alegria”, completou.

A vereadora Professora Geli (PT) ressaltou que a Apae Anápolis proporciona inclusão de fato, que vai além da lei, pois faz um trabalho com amor. Já Deusmar Japão (PSL) classificou a atuação da entidade como “brilhante”.

Também em discurso, o vereador Lisieux José Borges (PT) lembrou que a Apae é uma instituição genuinamente brasileira, que realmente faz a diferença para a população. Ele afirmou ainda que sente orgulho por ter sido propositor de uma sessão que comemorou os 50 anos da Apae Anápolis.

Segundo a vereadora Thaís Souza (PSL), a Apae Anápolis é uma organização que merece todo reconhecimento, pois “leva o nome de Anápolis com seriedade para todo o país”.

O presidente da Apae Anápolis, Hélio Lopes, fez uma explanação das três conquistas da entidade. Ele ressaltou que a cada edição a disputa fica mais difícil. A atual, por exemplo, teve a participação da Federação das Apaes do Brasil, que acabou não entrando na lista das 100 melhores.

Por fim, explicou Lopes, apenas a Apae Anápolis recebeu o título entre as 16 Apaes selecionadas em um primeiro grupo de 400 entidades. Esse trabalho final de seleção, inclusive, é feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O presidente disse que o evento das 100 melhores ONGs é o “Oscar do terceiro setor no Brasil”, frisando a importância desse reconhecimento. Sobre a homenagem da Câmara, o presidente da Apae Anápolis afirmou que se trata de um reconhecimento dos representantes da população, portanto de toda a cidade.

Hélio Lopes revelou que a Apae Anápolis será habilitada também na reabilitação visual, a única que faltava à entidade. A estrutura para esse novo tipo de serviço já existe na nova sede que será inaugurada no dia 14 próximo.

Ele contou que a conquista veio a partir de uma agenda com o governador Ronaldo Caiado (DEM), conseguida pelo prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PP).

Este ano, o prêmio vencido pela Apae Anápolis avaliou 757 entidades em 47 critérios, como estrutura administrativa e financeira, a presença de conselhos de gestão, captação de recursos e transparência. Além das 100 melhores ONGs atuantes no Brasil, o guia também classifica as melhores entidades por região do país e ramo de atuação: Saúde, Educação, Meio Ambiente, Esporte, Criança e Adolescente e Desenvolvimento Local.

O prêmio foi criado para ajudar doadores, patrocinadores e voluntários a conhecer melhor entidades que trabalham pelo benefício da sociedade. Ao todo, 300 mil ONGs atuam no Brasil.

Presenças
Entre os presentes na sessão solene, estavam os seguintes profissionais da Apae Anápolis: Nancy Valverde (superintendente), Eliane Pereira dos Santos (assessora técnica de saúde), Edinéia Nogueira (coordenadora de reabilitação física), Mariane Camillo (coordenadora de recursos humanos), Nelma Granja (diretora da Escola Maria Montessori) e Miriam Queiroz (procuradora jurídica).

Também participou da sessão o diretor da Apae Anápolis, Vander Lúcio Barbosa. Em sua saudação, ele disse que falava como anapolino, que via o prêmio dado à entidade como um símbolo do crescimento da cidade. Segundo Vander, a Apae já faz parte do rol de particularidades que representam a cidade no restante do país, como a ALA 2, a industrialização via Daia e o polo universitário.